segunda-feira, 28 de junho de 2010

FÁTIMA E A VOLTA PARA CASA

Dia 1º de junho de 2010:
Após o café da manhã no Hotel Dom Pedro Palace, a delegação partiu para a visita a cidade de Fátima.
Fátima pertence ao Distrito de Santarém na sub-região do médio Tejo. Tem 71,25km2 e 8.000 habitantes aproximadamente. Ficou famosa, pois foi nesta cidade que Nossa Senhora de Fátima apareceu para os meninos Lúcia e seus primos Jacinta e Francisco no dia 13 de maio de 1917, ano da revolução soviética, numa azinheira, na Cova da Iria na Freguesia de Fátima. Essa aparição para os meninos se repetiu no mesmo dia 13 em outubro e no dia 19 de agosto do mesmo ano de 1917.
Entre 1928 e 1953 foi construída a Igreja de Fátima, onde estão sepultados os meninos. Foi construída também a Capelinha de Orações próxima à azinheira e em 13 de outubro de 2007 foi inaugurada a Igreja da Santíssima Trindade, um grande e belíssimo templo construído na frente da Igreja de Fátima para melhor acomodar os devotos.
À noite parte do grupo foi a uma churrascaria brasileira no Shopping Amoreira, onde se pode desfrutar de um saboroso rodízio à moda brasileira, que marcou a despedida das terras lusitanas e do Velho Continente.

Dia 2 de junho de 2010:
Saída do Hotel Dom Pedro às 10horas, para o Aeroporto de Lisboa onde através do Vôo da TAP com destino ao aeroporto de Confins em Belo Horizonte, onde, após uma tranqüila viagem, chegou-se ao destino às 22h30min.

LISBOA II

Torre de Belém: É um dos monumentos mais destacados de Lisboa. Localiza-se às margens do Rio Tejo, onde outrora existia a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.
É decorada com o Brasão das Armas de Portugal, incluindo inscrições de Cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte, arquitetura típica de uma época em que o pais era uma potência global (no início da era moderna)
Patrimônio mundial pela UNESCO em 7/7/2007, foi eleita uma das 7 maravilhas de Portugal.
A Torre de Belém está situada num grande e belo parque e como era domingo, estava repleta de esportistas que se preparavam para uma corrida, peladeiros, quando a comitiva foi surpreendida pela chegada de um grupo original de fado, da terra da mãe da Beni, que foi a guia durante a excursão.
Como não podia faltar, a comitiva foi ao bar onde se produz o famoso “Pastel de Belém”, enfrentando uma grande fila para comprar um dos mais famosos pastéis do mundo. É interessante destacar que o pastel não é salgado, ele é doce.

Mosteiro dos Jerônimos: Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Monumento manuelino, encomendado pelo Rei D. Manuel I, pouco depois de Vasco da Gama ter regressado de sua viagem à Índia, bancado pelo grandes lucros gerados pelo comercio de especiarias.
Teve como arquitetos Diogo Boitaca e João Castilho, com obra parcialmente terminada em 1544. O monumento é considerado patrimônio mundial pela UNESCO, e em 7 de julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal.
Foi batizado com este nome em função de ter sido entregue à ordem de São Jerônimo, nele estabelecida em 1834. Sobreviveu ao sismo de 1755, mas foi danificado pelas tropas invasoras francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX.
Em seu interior encontram-se os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. João III e sua mulher D. Catarina, D. Sebastião e D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama, de Luiz Vaz de Camões, de Alexandre Herculano e de Fernando Pessoa.
Após 1834 com a expulsão das Ordens Religiosas, o templo dos Jerônimos foi destinado à Igreja Paroquial da Freguesia de Santa Maria de Belém.
Em 1850 foram construídos em anexos, o Museu Nacional de Arqueologia e o Museu da Marinha além de sido realizado neste Mosteiro, em 1983, a XVII Exposição Européia de Arte Ciência e Cultura.

Praça D. Pedro IV; Conhecida com o antigo nome de Rossio, constitui-se o centro nevrálgico da Lisboa há seis séculos. Hoje assiste comícios políticos e os seus sóbrios edifícios paladinos, estão ocupados por lojas de recordações, joalherias e cafés.
No centro da praça está a estátua de D. Pedro IV, vigésimo oitavo Rei de Portugal e I Imperador do Brasil independente. Na sua base as quatro figuras femininas são alegorias à Justiça, Sabedoria, à Força e à Moderação, qualidades atribuídas ao Rei-Soldado.

Castelo São Jorge: Também conhecido como Castelo dos Mouros, situado no alto da colina, uma monumental obra, de onde se tem uma maravilhosa vista da parte antiga de Lisboa e o enorme estuário do Rio Tejo que se encontra com o oceano. A altura do castelo, as torres para os vigias e os canhões usados na defesa da propriedade, leva o turista a uma viagem no tempo das invasões em que os senhores tentavam conquistar as terras.
Pesquisas arqueológicas registram as ocupações a partir do século VI a. C., sucessivamente ocupado por fenícios, gregos, cartagineses, legiões romanas, mulçumanos para hoje chegar ao domínio português, na forma política democrática adotada pela maioria das nações.

LISBOA

Dia 29 de maio de 2010:
Após o café da manhã no Hotel Meridien Monteparnasse, a comitiva deslocou-se para o Aeoroporto para o embarque no vôo da TAP 437, às 12h10min com destino a Lisboa, onde chegou às 13h35min, dirigindo-se ao hotel D. Pedro Palace, com a tarde livre, mas limitada à visita ao shopping Amoreiras, que fica em frente ao hotel, tendo em vista que o centro de Lisboa estava ocupado por um movimento de protesto dos trabalhadores contra as decisões econômicas do governo português, visando o equilíbrio de suas contas públicas.

Jantar ao som do fado e de seus bailarinos: Dentro do programa da viagem, foi oferecido um jantar, onde bailarinos com suas vestes típicas dançaram e cantaram o fado, enquanto se degustava um bacalhau regrado pelo vinho português.

Dia 30 de maio de 2010:
Lisboa: Capital de Portugal desde a conquista dos Mouros em 1147, Lisboa é uma cidade lendária com mais de vinte séculos de história. Lisboa estende-se à Beira do Rio Tejo para mergulhar no oceano na própria Lisboa.
Com a temperatura próxima de 31º, um céu azul esplendoroso que iluminava a monumental capital portuguesa, com suas fachadas de azulejo e suas estreitas ruas medievais, onde à noite se pode ouvir o fado, Lisboa é também o palco de festas populares, local de compra, com animada vida noturna e museus interessantes.

Pela manhã a delegação partiu para um tour, iluminado pela luz do sol que irradiava na manhã lisboeta.

Praça Marques de Pombal: Situada na Avenida Liberdade e ao lado do Parque Eduardo VII. No centro ergue-se o monumento em homenagem ao Marques de Pombal, inaugurado em 1934.
O despótico estadista, que conduziu o país na era do iluminismo, governou entre 1750/1777. A sua escultura está no alto da coluna, com a mão pousada num leão (símbolo do Poder), com os olhos virados para baixo. Na base do monumento, as imagens alegóricas representam as reformas políticas, educacionais e agrícolas que efetuou. As figuras de pé representam a Universidade de Coimbra.
O terremoto de 1755 é representado pelas pedras partidas e as ondas. As esculturas e inscrições no pedestal relatam as proezas de Pombal que podem ser vistas seguindo a passagem subterrânea para o centro da praça. A calçada em volta da rotunda está decorada com as armas de Lisboa.

Na linda e ensolarada manhã de domingo, após passar pela Praça Marquês de Pombal a comitiva foi ao encontro dos monumentos manuelinos de maior importância como a Torre de Belém e o Mosteiro de Jerônimos.

PARIS II

Dia 28 de maio de 2010:

Palácio de Versailles: É o mais impressionante palácio da França e talvez de todo o mundo. Construído em meados do século XVII por Luis XIV, o Rei Sol. Dividido em quatro partes: o prédio principal do palácio, com seus salões, quartos e corredores enormes, destacando-se o Salão dos Espelhos, os suntuosos jardins com seus desenhos geométricos e luxuosas fontes e os dois palácios menores, Grand Trianon e Petit Trianon. É realmente uma obra monumental, só os jardins tem uma área de 700hectares.

Ainda em Paris foi realizado um tour onde se vislumbrou monumentos e praças importantes da história da França, como o Arco do Triunfo, a Praça da Concórdia e outros, além naturalmente da vista à Loja da Regina, simpática brasileira, dona de uma perfumaria no centro de Paris, parada obrigatória dos brasileiros.

Praça Charles De Gaulle: É uma das mais importantes praças européias. Dela derivam-se 12 avenidas, e por isso foi denominada “A Estrela”. Com a ascensão de Napoleão III, após o movimento revolucionário de 1848, ordenou-se a realização de um projeto moderno para a capital francesa. Orientado pelo barão Haussmann, o plano consistia de amplas avenidas e bulevares, intercalados por belos jardins, parques e praças. Surgiu desta forma em 1854 a Place de L’Étoile, que se tornou o ponto das paradas militares, manifestações e visitas turísticas.

Arco do Triunfo: É um monumento construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte. Inaugurado em 1836, nele encontra-se gravados os nomes de 128 batalhas e 555 generais. Em sua base situa-se o Túmulo do soldado desconhecido, localizado na Praça Charles De Gaulle, em uma das extremidades da Avenida Campos Elíseos. É um dos momentos mais destacados de Paris.

Praça da Concórdia: É uma obra do pintor surrealista russo Marc Chagall. Em seu primeiro plano encontra-se o obelisco que o governo egípcio ofereceu à França. Atrás do obelisco edifícios neoclássicos e o grande sol laranja que, pendurado num céu crepuscular de cor rosa, coroa toda a tela.

Basílica do Sagrado Coração (Basílique Du Sacré-Coeur) A construção da catedral foi iniciada em 1876 e concluída em 1919. Esta localizada num ponto magnífico, em Montmartre, com vista de toda Paris. Chamou a atenção por ser um point da juventude, com tocadores de violão, malabaristas com fogo e diablo, muita animação, bares lotados e muita alegria, parecendo ser ali uma outra Paris.

PARIS

Paris: Com 2,2 milhões de habitantes e 10,9 milhões de habitantes na região metropolitana, é a capital da França.
Situada num dos meandros do Sena, no centro da bacia parisiense, entre os confluentes do Marne e do Sena rio acima e do Oise rio abaixo, Paris é a capital do mundo francófono.
No século XVII foi a capital da maior potência política européia. No século XVIII, foi o centro cultural da Europa, cuja efervescência durante o iluminismo permitiu intitulá-la como a “cidade luz”. No século XIX foi a capital da arte e do lazer, a meca da Belle Époque. Hoje é visitada por mais de 50 milhões de turistas por ano.
As margens do Rio Sena foram inscritas em 1991 na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. É a capital econômica e comercial da França. Sua rede ferroviária, rodoviária e sua estrutura aeroportuária, fazem-na um ponto de convergência para os transportes internacionais.
Chama a atenção do turista o charme dos cafés nas calçadas, a limpeza do Rio Sena e os lindos jardins, belas ruas e praças, destacando-se os Campos Elísios.

Passeio pelo Rio Sena: Ao anoitecer a comitiva tomou o Bateau Mouche e seguiu pelo Rio Sena, passando por monumentos importantes como a Catedral de Notre-Dame, o palácio onde se encontra enterrado Napoleão Bonaparte, a majestosa Torre Eifel que já estava iluminada e na volta do barco os turistas foram premiados com a iluminação brilhante da Torre Eifel durante cinco minutos, encantando os olhos e as almas de quem naquele momento teve o privilégio de ver a beleza indescritível do cenário.

domingo, 27 de junho de 2010

LUXEMBURGO - BRUXELAS - BRUGES

Luxemburgo: É um pequeno país enclavado na Europa ocidental, limitado pela Bélgica, França e Alemanha e com aproximadamente 500mil habitantes em uma área de 2.586km2.
É governado por um Grão-Duque, com economia altamente desenvolvida, sendo o seu PIB per capta o maior do mundo. Alemão, Francês e Luxemburguês são as línguas e apesar do Estado laico, predomina a Igreja Católica.

Bruxelas: Após deixar Luxemburgo a comitiva partiu por uma belíssima auto-estrada com destino a Bruxelas a capital da Bélgica. A estrada merece um comentário a parte, pela sua beleza e limpeza. Toda arborizada e iluminada ao longo de seus 210km, com duas pistas, um asfalto que mais parece um tapete preto, com diversos painéis ao longo da estrada chamando a atenção que se jogar lixo o motorista será multado,chegou-se em Bruxelas.
É uma cidade agradável, repleta de arte, história e diversas atrações turísticas. A Gran Place (Praça do Mercado) é onde acontecem os grandes eventos de Bruxelas, rodeada de prédios históricos renascentistas dos séculos 15 e 16, com mercado de flores pelo chão, rodeada de restaurantes, parece que tudo é festa para os olhos e para os sentidos.
A Basílica de Koekelberg (Sagrado Coração) construída para comemorar os 75 anos de independência da Bélgica, a Boutique do Tin Tin, Rue de Lombard e a escultura de Manneken-pis esculpida em 1619 por Jerome Duquesnay são entre outros, monumentos importantes de Bruxelas.
Bruxelas cresceu de uma fortaleza no século X, fundada por um descendente de Carlos Magno para uma metrópole com mais de um milhão de habitantes. Abriga as principais instituições da União Européia, bem como a sede da Organização do Atlântico Norte – OTAN. Em Bruxelas predomina a língua francesa.

26 de maio de 2010:

Bruges: Após a hospedagem no Hotel Hilton, em Bruxelas, a comitiva passando pela região de Flandres partiu em direção a Bruges, cidade medieval, chamada Veneza do Norte, com mais de 100 mil habitantes.
À tarde a comitiva tomou a auto-estrada com destino a Paris, “a cidade luz”, hospedando-se no Hotel Meridien Montparnasse.

ZURIQUE

25 de maio de 2010:
Zurique: A capital financeira da Suíça está anexada ao país desde 1351. Foi destruída pelos alamanos no século V. Converteu-se em cidade imperial em 1218, entrando na Confederação Helvética em 1351, crescendo em importância graças à aquisição de numerosos condados vizinhos e à grande prosperidade de seu artesanato têxtil.
Ulrico Zunglio introduziu a reforma protestante em Zurique a partir de 1519, que passou a ser governado pela rica burguesia protestante até a reforma liberal de 1880.
Universidade de Zurique, a antiga catedral Fraumenster, a Igreja de São João (Johanneskirche), o Rietberg Museum, o museu de arte Kunsthaus Zurich, com obras de Edward Munch, Alberto Giacometi e outros, o museu da história nacional do Século XIX (Schweizerisches), refletem a cultura de Zurique.

LIECHTENSTEIN

Liechtenstein: É um minúsculo principado encravado nos Alpes, entre a Áustria a leste, e a Suíça a oeste. Tem 34 mil habitantes e 160km2 de área.
Comandado por uma mesma família desde 1608, quando tornou-se independente do Sacro Império Romano Germânico. A língua é o alemão e a capital é Vaduz.
Após a parada na sua capital Vaduz, a comitiva entrou para a Suíça através da ponte sobre o Rio Reno, continuando a viagem que teve como palco as maravilhosas paisagens de lagos e montanhas para chegarmos a Zurique, a capital financeira da Suíça, com parada no Lago de Aurique e na zona comercial e Hospedagem no Hotel Senator.

INNSBRUCK

À tarde a delegação deixou Veneza viajando de ônibus atravessando os Dolomitas, montanhas intensamente coloridas, com os seus picos de neve e brilhando ao sol, pois havia nevado na semana anterior, onde estão situadas as famosas estâncias de inverno de Cortina D’Ampezzo, Dobbiaco e Brunico. Entrada na Áustria pelo Colo de Brenner. Chegada a Innsbruck, capital do Tirol, Hospedagem no Hotel Sailer.

Dia 24 de maio de 2010:
Innsbruck: Ocupa um lugar destacado nos Alpes. Hegemônica na prática de esportes de inverno e rica em sua história, por ser uma das mais antigas cidades da Europa, destino de férias o ano todo.
Atualmente, Innsbruck é uma cidade pequena, de onde vem a sensação de estar numa aldeia ao sopé dos Alpes. O centro histórico situado às margens do Rio Inn e o eixo formado pelas ruas Friederich Strasse e Maria Theresien Strasse, pode-se visitar em poucas horas o seu centro histórico.
Maximiliano I, Arquiduque de Áustria e Imperador da Alemanha, foi um dos grandes freqüentadores e construtores de muitos dos monumentos existentes na cidade. Converteu a antiga residência dos príncipes do Tirol no seu próprio palácio. Ali fez construir um balcão, com telhas de cobre cobertas de ouro e vários relevos com motivos referentes à sua vida. No interior do edifício fica um museu dedicado a Maximiliano I, com retratos, objetos e armaduras do imperador.
Ao passear pelas ruas do centro verifica-se que as fachadas das lojas exibem letreiros de ferro forjado, onde, além do nome da loja, pode ver representado o ofício do proprietário ou os artigos que se pode adquirir. Era assim que as pessoas que não sabiam ler podiam encontrar o que precisavam.
Dos 140 mil habitantes, 30 mil são universitários o que a assegura uma diversidade e animação constantes.Após a visita a Innsbruck, partida para o vale do Rio Inn através das bucólicas paisagens tipicamente alpinas, passagem pelo Túnel de Arlberg (sob o Monte de São Cristóvão e por Feldkirch para chegada ao Principado de Liechtenstein.

VENEZA II

Praça de São Marcos: Embora atribuído a Napoleão Bonaparte o epíteto de “salão nobre da Europa, foi Alfred de Musset que cognomeou-a de “Le plus elegant salon d’europe”. A praça foi iniciada no Século IX com área pequena em frente à Basílica de São Marcos. O seu formato atual data de 1177, quando o Rio Batário foi inundado. A reestruturação foi realizada para o encontro do Papa Alexandre III com o Imperador Frederico Barba Roxa.
A praça é maravilhosa e bem conservada, já foi palco de cortejos, procissões e encontros políticos, é o point onde todo mundo se encontra, nos cafés, com mesinhas ao ar livre, música ao vivo, cheia de pombos e onde acontece o carnaval.
Completam este cartão postal as centenas de pombas que se misturam sem receio com os milhares de turistas que diuturnamente freqüentam a Praça São Marcos.

Basílica de São Marcos: Tem arquitetura bizantina, expressão artística de caráter religioso dos primórdios do cristianismo no Império Bizantino (Imperador Constantino).

Palácio Ducale ou Palácio dos Doges: No século IX foi a residência dos governantes de Veneza, chamados de doges e sede do governo. De arquitetura gótica é esplendida e o corpo principal do palácio é todo em mármore rosa de Verona. O gótico é uma evolução da arquitetura românica e precede a arquitetura renascentista.

Ponte dos Suspiros: Construída no século XVI, a Ponte del Suspire liga o edifício do Palazzo Ducale ao da Nuova Prigioni (“Prisão Nova”), da qual é separado por um canal. Os presos ao passarem por ela era a última visão que se tinha de Veneza antes de irem a julgamento e morrer, daí o nome “Ponte dos Suspiros”, que não pôde ser percorrida, pois estava em obra de restauração.

Gôndolas: Pode-se curtir o passeio de gôndola pelos canais, guiado pelo gondoleiro, saboreando a champanha francesa ao som de músicas italianas cantadas por um tenor. Realmente um passeio inesquecível.

Vaporetos: Anteriormente eram a vapor e hoje são a diesel. Percorrem o mar transportando os turistas para a ilha de Veneza. Um belo passeio com paisagens deslumbrantes ao longo do pequeno trajeto, que circula entre inúmeras embarcações e transatlânticos.

VENEZA

Dia 23 de maio de 2010:
Tronchetto – Veneza: Com 338 mil habitantes é uma das mais belas cidades do mundo e também uma das mais turísticas.
Famosa e única pela sua estrutura que se estende por mais de 120 ilhas, separadas por numerosos canais e interligados por 400 pontes. As ruas são os canais por onde se percorre de mostocafos, vaporetos, gôndolas e barcos.
Foi a primeira porta de ligação entre o ocidente e o oriente, rivalizou com muitas cidades por essa posição e, foi por um longo tempo imbatível comercialmente. Daí sua influência bizantina que é percebida, principalmente, na Piazza San Marco. Aliás Veneza deve muito a Marco Pólo, que de lá saiu para desbravar o Oriente.
A cidade é única e vive mais para o turismo do que para a Itália. Entre 569 e 637, migrantes ocuparam a península administrada pelos patriarcas de Aquiléia, tornando-a autônoma e instituindo o dogado. O primo Doge Pauluccio Anafesto formou o núcleo dos cidadãos de Veneto, iniciando a expansão mercantil no Mar Adriático e concorrendo com os dálmatas e mulçumanos.
Doge Ascolo II (991 – 1008) impôs o seu domínio e instaurou a amizade com os impérios germânicos e bizantinos. O prestígio político e econômico superou as lutas entre o papado, o império e o avanço normando no baixo Adriático (XI – XII).

PÁDUA

À tarde do dia 22 de maio, seguindo pela imponente auto-estrada “Del Sole”, cruzando os Montes Apeninos e a região de Emília Romagna, passando junto à sua capital, a cidade de Bolonha, depois de atravessar o Rio Pó (Padus em latim), maior rio italiano com 652 quilometros de ocidente para oriente, ao longo do Norte da Itália (Piemonte, Lombardia e Vêneto), passando por cidades importantes como Turim e nas proximidades de Milão, até desaguar no Mar Adriático, perto de Veneza, a comitiva entrou pela região de Veneto, chegando em Pádua.

PÁDUA: visita a Basílica de Santo Antônio de Pádua, onde está o seu túmulo e as relíquias como a capa que o cobriu, a sua língua e os seus dentes que ainda continuam perfeitos.
Prosseguindo a viagem para Tronchetto, em Veneza, antes da hospedagem no Hotel Plaza, de barco já tendo chegado o anoitecer, cingrando o mar Adriático sob a luz do luar chegou-se para uma visita rápida a Veneza.

FLORENÇA II

Catedral de Santa Maria Del Fiori (Santa Maria da Flor): Em estilo gótico, a igreja é revestida com mármore verde, rosa e branco, projetada por Arnolfo de Câmbio, foi iniciada em 1296 e concluída em 1436, com a cúpula projetada por Filippo Bruneleschi, é a quarta maior catedral do mundo, contendo obras primas da arte renascentista, como Zucalli, Donatello, Uccello e Gilberti.

Piazza Della Signoria: É a principal praça de Florença, onde há séculos ocorrem os eventos mais importantes da cidade. É um museu ao ar livre, cercada por esculturas como Perseu de Celini e o Rapto das Salinas, de Giambologna – a cópia de David.

Santa Crocce: A igreja guarda 276 sepulturas de nomes imortais das artes, como Michelangelo, Ghilberti, Machiavelli, Dante e Galileo, entre outros. A igreja tem suas capelas projetadas por Giotto, Della Robbia e Bruneleschi.

Ponte Vecchio: É possível atravessá-la para conhecer as lojinhas de prata e outro. Construída em 1345, servia de passagem para a família Médici (uma das famílias mais importantes da história da cidade) atravessar o rio Arno, sem ter que misturar com a população.

Mercado da Palha: Onde vários brasileiros trabalham, utilizado pelos turistas para comprar as lembranças da fantástica e histórica cidade berço do renascimento italiano.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

FLORENÇA

Berço do renascimento italiano. Leonardo da Vinci, Michelangelo, Dante Alighieri, Donatelo, Filippo Benelechi e Nicolau Machiavel contribuíram para a grandiosidade da capital da Toscana.
Florença tem 105km2, fundada com objetivos comerciais, para controlar os pontos navegáveis do Rio Arno e os Montes Apeninos, nas rotas norte e sul da península itálica.
Datada do século I a.C., foi edificada junto às ruínas de uma cidade etrusca. Parada sob o domínio de estragodos, bizantinos e lombardos, renasceu no século IX sob o império de Carlos Magno.
Entre os séculos XIII e XIV, a cidade foi agitada por lutas contínuas entre os guelfos, aliado ao Papa e os gibelinos, vinculados ao império alemão. Na época de seu esplendor econômico e cultural, surgiram escritores imortais como Dante Alighieri, Petrarca e Boccacio, além de pintores famosos como Giotto.
No princípio do século XV, os médices comandaram Florença (até 1737) quando foi anexada pelo Duque de Lorena, com grande impulso à cultura renascentista.
No século XVIII entrou em decadência e no século XX medidas foram tomadas para proteger o seu acervo cultural, pois conforme avaliação da UNESCO, Florença detém aproximadamente 60% das obras de artes mais importantes do mundo, além naturalmente dos vinhedos e das oliveiras que ornamentam os seus campos e a força de seu artesanato em vidro, cerâmica e trabalhos em metais preciosos.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

ASSIS

Dia 21 de maio: Após o café da manhã no Hotel Mediterrâneo e após o almoço, a comitiva deixou a região de Lazio, viajando de ônibus através da Úmbria, de grande beleza natural, em direção à cidade de Assis.
Assis (Assisi): Encravada sobre o longo contraforte ocidental do monte subásio (1.290m) domina o belíssimo e sugestivo vale do Topino e Chiáseio.
O aspecto medieval, com ruas estreitas e tortuosas, frequentemente em ladeira, a atmosfera da mística da paz, as lembranças franciscanas e as numerosas obras de arte onde se destaca as obras de Rigotto e a importante Basílica de São Francisco onde se encontra enterrado São Francisco de Assis, com o túmulo e as relíquias do santo, transforma-se num cenário propício para uma introspecção do turista, como que calçando a sandália franciscana da humildade, para reviver a grande história do grande santo.
Deixando a cidade de Assis e seguindo pela belíssima auto-estrada, ouvindo os relatos históricos da Beni, culta guia da Abreu, que a cada momento descrevia a história dos imperadores romanos e os eventos ocorridos pelas regiões por onde se transitava em direção a Florença, capital da Toscana.

PIAZZA VENEZIA

Nessa praça situada no sopé da colina do Capitólio ergue-se o majestoso Vittoriano, o Monumento Nacional a Vitor Emanuel II, também chamado Monumento ao Soldado Desconhecido, que no seu interior abriga um museu de história militar e bélica da Itália. O Monumento é todo branco contrastando com o branco sujo das ruínas romanas, por isso apelidado de “bolo de noiva”.
O lado ocidental da praça é ocupado pelo Palácio Veneza, com fachada renascentista, que foi por um breve tempo o palácio papal, palácio que ficou marcado na história dos romanos, pois em suas varandas Benito Mussolini fazia os seus discursos, nos anos do fascismo. Atualmente no palácio funciona um museu.

FONTANA DE TREVI

A Fontana de Trevi (fonte do trevo em português), construção barroca, tem 26 metros de altura e 20 metros de largura, é a maior e mais famosa fonte de Roma. Desde o filme “A Fonte dos Desejos” tornou-se tradicional jogar uma moeda na fonte. Reza a lenda que, se a pessoa jogar uma moeda na fonte, voltará a visitar a cidade. Porém, se for solteiro(a), a tradição também diz que, se a pessoa jogar duas moedas, vai encontrar a sua outra metade em Roma. A fonte é muita visitada e o seu acesso chega a ser disputado.

COLISEU

O Coliseu de Roma (Anfiteatro Flaviano) é o maior anfiteatro Romano onde aconteciam os combates mortais entre os gladiadores e os animais selvagens. Na Semana Santa tradicionalmente o papa faz a via sacra neste Coliseu.
O Coliseu (colosseum em latim) está localizado na região central de Roma, é uma exceção entre os anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitetônico. Abrigava 50.000 pessoas e com 48m de altura era usado para variados espetáculos.
Embora esteja hoje em ruínas, devido a terremotos e pilhagem, a edificação era o símbolo do Império Romano e em 7/7/2007, foi incluído entre as 7 maravilhas do mundo moderno.
Construído entre 70 e 90d.C, iniciado por Vespasiano (68 a 70d.C.) inaugurado por Tito(79 a 81d.C.), foi concluído por Domiciano, filho de Vespasiano e irmão de Tito (81 a 96d.C.)
A sua planta elíptica mede 2 eixos que se estendem aproximadamente de 190m para 155 m. A fachada compõe-s de arcadas decoradas com colunas dóricas, jônicas e coríntias, de acordo com o pavimento em que se encontravam.
As escadarias eram divididas em três partes:
Podium – classes altas;
Maeniana – classe médica;
Portici – plebe e mulheres;
Pulvinar – tribuna imperial para senadores e magistrados.
Por cima dos muros as mísulas sustentavam a cobertura de lona para proteger os espectadores do sol.
Bento XIV no século XVII declarou o Coliseu lugar sagrado e Gregório XVI e PIO IX restauraram o Coliseu no século XIX.

ILHA DE CAPRI

Dia 20 de maio: Parte da delegação seguiu numa auto-estrada com destino a Nápoles. Uma viagem com belíssimas paisagens, guardadas pelos montes alpinos, foi possível avistar o monte Cassino onde o exercito brasileiro participou de grande batalha contra as tropas do eixo e o Vulcão Vesúvio que aterrou Pompéia. Parte da delegação optou pela visita a Pompéia e parte foi para a belíssima Ilha de Capri, situada no Golfo de Nápoles, atravessando-se de barco que deslizava suavemente pelas águas azuis do Tirreno.
A ilha tem 10,36km2 e o ponto mais alto é o Monte Solaro com 589m, que permite uma belíssima visão da ilha e de seus arredores. Ela tem uma beleza que convida a uma postura meramente contemplativa, e, todavia, ninguém arriscará a sentença de que se está perante uma beleza inútil e estéril. Apesar das reviravoltas da História, Capri continua bela e constante.

VATICANO

19 de maio: Visita ao Estado da Cidade do Vaticano.
O Vaticano é uma cidade estado soberana não banhada pelo mar, seu território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma, capital da Itália.
Tem 44 hectares com os seus 800 habitantes. É o menor país do mundo, em população e área territorial.
Foi fundada em 1929, através do Tratado de Latrão e é a principal sede episcopal de 1,142 bilhões de católicos romanos de todo o mundo.
Os atos de organização da cidade são em italiano, mas os documentos oficiais da Santa Sé são emitidos em latim.
A cidade do Vaticano é um estado eclesiástico, governada pelo Bispo de Roma, o Papa. Os funcionários são públicos e clérigos católicos de diferentes origens raciais, étnicas e nacionais. O Papa reside no Palácio Apostólico, que compreende cerca de 11500 aposentos e 20 pátios: apartamentos papais, museu do vaticano e a biblioteca apostólica romana.
São mais de 1000 salas, destacando-se a Capela Sistina e seus afrescos admiráveis, a sala régia e os Stange de Raffaello.

Museu do Vaticano: Abriga um fabuloso acervo de obras de arte de antigas civilizações egípcia, grega e romana. Quadros deslumbrantes pintados por renomados mestres medievais e renascentistas leva o visitante a uma viagem retrospectiva da história.
As salas e os corredores são repletos de esculturas, ornamentos, quadros, tapeçaria suntuosa e incontáveis obras de arte, que deixam o visitante extasiado.
A visita termina com a entrada na Capela Sistina, toda decorada com afrescos de grandes mestres do renascimento, como Michelangelo.
A capela não pode ser fotografada e é o local onde se realiza o conclave, quando os cardeais elegem o Papa. Nela o artista pintou em uma de suas paredes centrais o inferno, o purgatório e o paraíso. Na parede lateral esquerda o artista retratou o antigo testamento e na parede lateral direita retratou o novo testamento.
A capela foi restaurada pelo Papa Sisto IV entre 1477 e 1480, contando com o trabalho artístico dos pintores Pietro Perugino, Sandro Botticelli e Domenico, que concluíram a obra em 1482, recebendo o nome de Capela Sistina em homenagem ao Papa Sisto IV.

Basílica de São Pedro: Após a visita do Museu e à Capela Sistina, a delegação foi para a monumental praça da Basílica de São Pedro, para a audiência com o Papa Bento XVI, oportunidade em que eram saudadas as delegações dos diversos países que se encontravam presentes, entre elas o Brasil, terminando-se com a benção do Papa e o canto do Pai Nosso em latim.
A Basílica externamente é adornada por 140 estátuas de santos, mártires e anjos.
Seguiu-se a visita à Basílica de São Pedro, que é a maior das igrejas do cristianismo com 23.000m2 que pode acomodar até 60.000 devotos.
A obra da Basílica foi iniciada em 18 de abril de 1506 e concluída em 18 de novembro de 1626 e consagrada pelo Papa Urbano VII.
É interessante observar que a sede oficial do Papado é a Basílica de São João de Latrão que tem o título honorífico de Ominium Urbis ET Orbis Eclesiarium Mater et Caput (Mãe e Cabeça de todas as Igrejas de Roma e do Mundo).

EUROPA ESSENCIAL

17 de maio: Partimos do Aeroporto Tancredo Neves (CONFINS) em vôo da TAP para Lisboa, ás 23h10min.
18 de maio: Chegada a Lisboa e conexão no vôo da TAP 842, às 14h20min com destino a Roma, onde chegamos às 18h15min. Hospedamos no Hotel Mediterrâneo, com tempo livre para os primeiros contatos com a “cidade eterna”;
Roma é considerada uma cidade de gênio forte e personalidade única.
Capital da Itália desde 1870 e centro mundial do cristianismo o que a distingue no turismo internacional por acolher em seu território o estado do vaticano. Arquitetonicamente abriga edifícios e monumentos históricos que conduz o visitante a uma embriagante viagem pela história, em suas várias faces, a imperial, a republicana, a barroca, a medieval, a renascentista e a papal.
Habitada por mais de 2,7 milhões de pessoas, a “cidade eterna” coleciona monumentos famosos, com a Fontana de Trevi, o Coliseu e a Piazza Venezia entre tantos outros belos monumentos.
À noite a iluminação dos prédios barrocos e dos monumentos encanta os olhos e ilumina a alma.