terça-feira, 16 de agosto de 2011

II FEST BARROSO



Por iniciativa da Holcim, aproveitando os incentivos culturais, presenciamos todos os espetáculos desenvolvidos na Barhall, com grande sucesso de público, que durante todos os eventos lotou aquele espaço.
Já se percebe a presença de visitantes das cidades vizinhas e acreditamos que as reedições do evento nos próximos anos ainda atrairá muito mais gente.
Registre-se a pontualidade dos eventos e a educação das pessoas que lotaram a Barhall, demonstrando que os barrosenses estão preparados para acolher ações desta natureza, que contribuirão por certo para o crescimento cultural de Barroso.
Conforme informou o Engenheiro João Butikus, 7.000 pessoas prestigiaram os diversos espetáculos que gerou maisde 3000 litros de leite, que na segunda feira, dia 15, o próprio João Butikus, o Lalado e colaboradores da Holcim fizeram a distribuição do leite para diversas entidades filantropicas de nossa cidade, incluindo o Hospital e o Asilo que receberam 500 litros de leite cada um.
Parabéns à Holcim e à sua direção e às equipes que com competência realizaram o II Fest Barroso.

domingo, 7 de agosto de 2011

DIA NACIONAL DA SAÚDE



O dia 05 de agosto de 2011, foi o DIA NACIONAL DA SAÚDE, data propícia para uma reflexão sobre a situação da saúde, sobretudo no âmbito do Município de Barroso e os impactos das ações do governo federal e do governo estadual desenvolvidas na região.


O horizonte nos apresenta sombrio, a curto, a médio e a longo prazo, em função desses impactos.


Que ações são essas que trazem implicações para a saúde do povo barrosense?


A inauguração da UPA – Unidade de Pronto Atendimento – pelo Governo Estadual em São João Del-Rei, com investimentos de aproximadamente R$3 milhões de reais e os recursos mensais, agora disponibilizados para o seu funcionamento sob a responsabilidade da Fundação da Universidade de Juiz de Fora, R$125 mil reais pela Prefeitura Municipal de São João Del-Rei, R$125 mil reais pela Secretaria de Estado da em reais e R$175 mi reais pelo Governo Federal, somam R$425 mil reais mensais.


Tendo em vista na UPA não atender obstetrícia, cirurgia e trauma, além de não ter UTI, o governo ainda teve que passar a pagar ao Hospital de Nossa Senhora das Mercês de São João Del-Rei a importância mensal de R$100 mil reais, que se encarregou de atender os casos de trauma e de cirurgia, enquanto a Santa Casa de Misericórdia de São João Del-Rei, passou a receber R$180 mil reais para o atendimento dos casos de clínica, pediatria e obstetrícia.


Portanto, o pronto atendimento e a urgência e emergência, em São João Del-Rei, está custando aos cofres públicos a importância de R$705 mil reais mensais.


Temos percebido que o grande volume de atendimento foi para a UPA e os dois hospitais estão totalmente desafogados de atendimentos que talvez não cheguem a trinta atendimentos diários em seu pronto socorro, mas com médicos presentes nas especialidades que se encarregaram de atender, recebendo importâncias superiores ao mercado, além do médico plantonista.


A UPA ainda não tem um quadro completo de médicos e se vê obrigada a contratar médicos free-lancer para cobrir alguns plantões médicos, tendo que pagar um valor bem superior ao que se está pagando normalmente aos médicos que integram o seu quadro permanente de plantonistas. É interessante ressaltar que com tanto investimento, a UPA tem três leitos de observação para a clínica e três leitos de observação para a pediatria.


Todo este cenário e esta forma de remuneração do médico tem inflacionado o mercado médico regional, o que tem impactado os serviços em Barroso.


Pelo que se observa também em Barbacena será construída a sua UPA o que trará ainda maiores pressões para os Hospitais no entorno dessas cidades de porte médio, para a contratação de médicos.


Tenho repetido em várias oportunidades sobre o que está arquitetado hoje no Brasil, sobre assistência médico-hospitalar, de que não se deveria ter hospitais em cidades com menos de 50 mil habitantes, como é o caso de Barroso, reafirmando sempre, que se fosse para construir um hospital em Barroso na atual conjuntura, é possível que o governo não desse nenhum estímulo a uma iniciativa desta natureza.


O que está feito não está para fazer e creio que a comunidade barrosense não admitiria um retrocesso, reduzindo ou paralisando a atividade da assistência médico-hospitalar em Barroso.


Guardada as devidas proporções em relação à população de São João Del-Rei, com 85 mil habitantes e Barroso, com 20 mil habitantes, há que se comparar os R$705 mil reais que estão sendo empregados na UPA e nos Hospitais de São João Del-Rei, pelos governos nos três níveis, com os R$25 mil reais que a Prefeitura de Barroso está pagando em dia ao Instituto Nossa Senhora do Carmo, entidade mantenedora do Hospital, mais R$18 mil reais para pagar o sobreaviso de doze médicos, que ainda julgam insuficiente, comparando-se com o quem se está praticando em São João Del-Rei.


Outro aspecto a considerar. Os médicos especialistas que estão hoje no Hospital já se estabilizaram em Barroso onde residem já há vários anos, os primeiros há 38 anos. Temos procurado especialistas em cirurgia, obstetrícia, radiologia e outras especialidades, mas quando informamos que 90% do atendimento é para o SUS e que o Hospital não tem como garantir algum valor fixo para estimular a vinda do profissional, imediatamente ele agradece o convite. Até mesmo os médicos especialistas filhos de Barroso não tem tido interesse em vir para Barroso, sem outra fonte que garanta a eles uma receita melhor.


Portanto a médio e a longo prazo a manutenção do Hospital funcionando em Barroso, dependerá de um maior aporte de recursos da Prefeitura Municipal de Barroso, sobretudo por Barroso está situado entre duas cidades de porte médio, Barbacena e São João Del-Rei, o que tem dificultado o acesso aos recursos públicos federais e estaduais para a manutenção do pronto atendimento e o atendimento das urgências e emergências no Hospital de Barroso.


Portanto, a reflexão sobre o Dia Nacional da Saúde passa a ser uma oportunidade para um debate sobre o futuro da assistência médico-hospitalar em Barroso. Este debate deixa de ser político-partidário para ser um debate da comunidade com os futuros postulantes ao cargo de Prefeito de Barroso, sobre “A POLÍTICA DE SAÚDE DA PREFEITURA PARA A ÁREA DA ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR A MEDIO PRAZO”.


Sugiro que todos os meios de comunicação locais também provoquem este debate: TER OU NÃO TER HOSPITAL EM BARROSO, EIS A QUESTÃO!













quarta-feira, 3 de agosto de 2011

HOSPITALIDADE BRASILEIRA EM NOVA YORK


Eu e minha esposa, Maria das Graças, estivemos em Nova York no período de 13 a 26 de julho de 2011, acompanhados pela Maria Rita, sua filha Mônica e sua tia Joana.

Motivou-nos a viagem o vencimento do visto no passaporte para visitar os Estados Unidos e a visita à Flávia, filha da Maria Rita, que havia dado à luz ao Guilherme, que veio fazer companhia ao Vinícius, segundo filho da Flávia e do Flávio.

Verão na América, 40º de temperatura à sombra, que só não foi maior do que a calorosa recepção do Flávio, da Flávia, do Vinícius, e mesmo em silêncio permanente, ainda deu para perceber o calor e a graça do Guilherme já na primeira semana de sua chegada ao mundo, que com suas atenções fizeram-nos sentir no Brasil.

Há que se registrar também a recepção do Tob, que a cada toque na campainha da residência do Flávio e da Flávia, éramos saudados à porta pelo simpático cachorrinho que falava em inglês, pois aos nossos ouvidos, o seu simpático latido mais parecia uma saudação: “Welcome” “au” “au”.

Maria das Graças e eu, ficamos hospedados na casa da simpática Cida, brasileira do Rio de Janeiro, que há quase vinte anos reside nos Estados Unidos, no Bairro de Astória, muito próximo de onde também reside o Flávio e sua família.

Estando Flávia de repouso pós-parto, o Flávio com a sua extraordinária hospitalidade foi o cicerone a nos mostrar as belezas de Nova York e suas maravilhosas lojas que encantaram as quatro mulheres que nos acompanhavam. Foram todas às compras e compraram desde máquinas fotográficas, instrumento musical, aparelhos de informática, roupas, até, e, sobretudo, carrinho, berço e muitas roupas para a Cecília, primeira netinha aguardada pelos seus futuros avós, pais e familiares.

Após os passeios e as visitas às lojas, na volta para a casa do Flávio, à noite, ele sempre evidenciava os seus dotes culinários com deliciosos pratos, como o risoto de camarão, entre tantos outros, para deleite dos privilegiados visitantes brasileiros.

Também foi ao nosso encontro o Wállace, filho da Geisa e do João, que nos dedicou a mesma atenção e cuidado, fazendo questão até de nos acompanhar no ônibus que nos levou a Boston ao encontro do Mac, irmão da Maria das Graças, que não víamos há mais de doze anos. Na visita que fizemos à ele também curtimos a hospitalidade da Ivone, prima da Edna Graçano. Ela, juntamente com o Mac e um outro brasileiro, dividem o terceiro andar de uma casa em Somerville.

Boston é também uma metrópole, em seu entorno encontra-se Somerville, onde reside e trabalha o Mac. Além de Somerville, há também no entorno de Boston as cidades de Framingham e Cambrige, onde se situa a famosa Universidade de Harvard, que tivemos o prazer de visitar percorrendo os seus lindos gramados e conhecendo os seus belos prédios.

É interessante registrar que em Somerville passamos pela casa onde morou o atual Presidente dos Estados Unidos, Obama, na época em que estudou na Universidade de Harvard. Foi também nesta cidade que foi erguida a primeira bandeira dos Estados Unidos quando de sua independência. No local foi erguido um monumento um pouco parecido com o pórtico central existente no trevo de Barroso.

Em Nova York, Wállace e o Flávio também nos acompanharam em visitas há vários dos seus cartões postais, com a mesma atenção e cuidado.

Nova York é a cidade mais populosa dos Estados Unidos, conforme estatística de 2009, com 8,3 milhões de habitante, com área de 790km2, tendo a Metrópole 19 milhões de habitantes em uma área de 17400km2, composta dos distritos de Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island. Costuma-se dizer que Nova York não dorme, com metrô e lojas funcionando 24 horas e como tem gente de todo o mundo, é dito que são falados na megalópolis 170 idiomas.

Aproveitando o passeio, fomos de barco à Staten Island para passar frente à ilha onde se situa a famosa Estátua da Liberdade. Entre os seus inúmeros arranha-céus fomos ao Empire State Building, atualmente o mais alto de Nova York, quando pudemos num raio de 360º, curtir a maravilhosa vista da grande megalópoli.

Visitamos também o local onde estão sendo construídos dois grandes prédios em substituição às torres gêmeas do World Trade Center que foram destruídas pelos terroristas de Osama Bin Laden. Ao lado deles, está também sendo construído um memorial e realizada uma urbanização que por certo ficará encantadora.

No Yanque Stadium tivemos o privilégio de assistir ao show de Paul McCartney e na Broadway a famosa peça “O Fantasma da Ópera”.

O Flávio com toda a sua atenção se lembrou também de nos levar a uma praia para nos refrescarmos da grande canícula que fazia no verão de Nova York, naturalmente sem a mesma beleza das inúmeras praias brasileiras.

Fizemos também uma visita a New Jersey, quando nos recebeu no metrô a simpática Valéria, que ficou o dia todo ao nosso lado na visita a um grande shopping, levando-nos de volta ao metrô, quando retornamos a Nova York

Tivemos o privilégio de visitar Times Square, chamado de encruzilhada do mundo, é o centro iluminado da região de teatros da Broadway, além de Wall Street em Manhattan, onde funciona a Bolsa de Nova York, centro financeiro global, desde a Segunda Guerra Mundial. Também tivemos o privilégio de passar pelo Rockfeller Center que juntamente com o seu entorno encantam os olhares dos visitantes.

Nova York é também a sede da ONU – Organização das Nações Unidas e se destaca também na educação com universidades de renome como a de Colúmbia e de Nova York

É impossível neste espaço escrever toda a grandeza de Nova York, mas é possível ser grato à HOSPITALIDADE DOS BRASILEIROS como Flavio, Flávia, Vinícius, Guilherme, Wállace, Mac, Ivone, Cida, Valéria, entre tantos outros brasileiros que vivem em Nova York e em Boston.

Muito obrigado à todos!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

RECESSO DA CÂMARA EM JULHO


Conforme consta do Regimento Interno da Câmara Municipal de Barroso, o mês de julho é o mês de recesso, quando somente se realiza reunião extraordinária convocada para a discussão de matéria de urgência.
Mesmo estando de recesso realizei contato nesta noite de 11 de julho de 2011, com os moradores da Rua Iracema Rocha, no quarteirão situado entre a Av. das Nações e a Rua Dona Cici, sendo o único trecho que não foi asfaltado pelo ex-prefeito Arnô, no Bairro Nova Barroso, pois existe um desnível na rua e as águas das chuvas torrenciais descem pela Avenida das Nações e entram nas casas da parte de baixo da rua, trazendo sérios problemas para os moradores.
Verifiquei que até que se possa realizar uma obra que não traga prejuizo para os moradores dos dois lados do quarteirão, poder-se-ia fazer um quebra-mola entre a Av. das Nações e a Rua Iracema Rocha, o que poderia impedir ainda que parcialmente que a enxurrada que desce da Av. das Nações entre por esse quarteirão da Rua Iracema Cocha, para cair diretamente no córrego formado pela cachoeira cujas águas descem pelo canal.
Vou fazer o contato com a Secretaria de Obras da Prefeitura Municipal no sentindo de encontrar uma solução melhor para os moradores daquela rua, pois, além dos problemas trazidos pelas chuvas fortes, durante o período da seca o pessoal sofre com a poeira.
Além desse quarteirão, a Prefeitura deveria dar manutenção nas ruas asfaltadas de todo o Bairro Nova Barroso, pois se demorar mais tempo terá que ser feito todo o asfalto novamente, com prejuizo para a Prefeitura e para todos os moradores do Bairro Nova Barroso.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

DIA DO HOSPITAL


Conforme o calendário, o dia 2 de julho foi o "DIA DO HOSPITAL"
É uma data cheia de significado e que merece uma reflexão.
Limitarei a distinguir nesta reflexão, dois tipos de HOSPITAL, o Hospital Filantrópico e o Hospital particular.
O Hospital Filantrópico tem a riqueza como um meio para atingir a sua grande finalidade social, que é sobretudo atender os menos possuidos que normalmente são atendidos pelo SUS - Sistema Único de Saúde.
O Hospital particular normalmente se dedica ao atendimento de pacientes de convênio e de planos de saúde, não atendendo os pacientes pelo SUS - Sistema Único de Saúde, exceção quando é um Hospital que atende a alta complexidade e em limitados casos atende o SUS, pois na alta complexidade o SUS oferece melhor remuneração para o Hospital.
Em função da baixa remuneração praticada pelo SUS, que cobre aproximadamente 60% dos custos, os Hospitais Filantrópicos do Brasil têm se endividado para se manterem funcionando. A Emenda Constitucional nº 29 de maio de 2000, ainda aguarda a sua regulamentação no Congresso Nacional, infelizmente não avança, pois a sua regulamentação implicará numa maior aplicação de recursos no SUS pelo overno Federal (R$12 bilhões de reais), além dos Estados que terão que aplicar efetivamente 12% de seus orçamentos.
Em função da herança recebida pela Presidente Dilma, ela está tendo que conter os gastos em torno de R$50 bilhões de reais, com possibilidade de até cancelar os Restos a Pagar do Governo Federal de 2009, o que prejudicaria os Deputados Federais e Senadores em função de suas emendas destinadas aos municípios de suas bases eleitorais e como revanche estavam avançando na regulamentação da Emenda Constitucional nº 29. Como se diz: "A toda ameaça corresponde uma oportunidade".
Quem sabe não será possível uma melhoria nos valores praticados pelo SUS, com a regulamentação que talvez aconteça no segundo semestre de 2011.
Além de todo este cenário, ainda existem outras núvens mais cinzentas que dificultam o funcionamento de Hospitais em cidades com menos de 50.000 habitantes, pois no pensamento de alguns setores da saúde, em cidades menores como é o caso de Barroso, não deveria ter hospital.
Um exemplo cristalino se dá com a inauguração da UPA - Unidade de Pronto Atendimento em São João del-Rei em São João Del-Rei. A Prefeitura municipal entra com R$125 mil reais, o Estado com R$125 mil reais e o Governo Federal com R$175 mil reais, totalizando R$425 mil reais mensais.
O Hospital de Nossa Senhora das Mercês e a Santacasa de Misericórdia de São João del-Rei exigiram também um aporte de recursos, pois ficou acertado que os pacientes com trauma e cirurgia iriam para o Hospital de Nossa Senhora das Mercês e os casos de Obstetrícia, Pediatria e Clínica iriam para a Santacasa, o que ficou acertado com o aporte de mais recursos, sendo R$100 mil reais para o Hospital de Nossa Senhora das Mercês e R$180 mil reais mensais para a Santacasa, totalizando assim R$705 mil reais mensais para o acolhimento dos pacientes no pronto atendimento e nas urgências e emergências.
Guardada as devidas proporções, o Hospital de Barroso que se encarrega do pronto atendimento e das urgências e emergências, recebe R$25 mil reais mensais, além de aproximadamente R$10 mil reais que é repassado aos médicos para o sobreaviso dos médicos plantonistas, que recebem R$400 reais por plantão de 12 horas durante a semana e R$500,00 por plantões de 12 horas aos sábados e domingos.
Neste cenário manter um quadro de médicos no Hospital de Barroso, para a cobertura do plantão de porta e gratificar os médicos que ficam de sobreaviso nas várias especialidades, torna-se uma tarefa hercúlia, que somente será vencida se ocorrer um maior aporte de recursos financeiros pela Prefeitura Municipal, o que já foi discutido com a Prefeita Eika, que juntamente com a sua equipe de finanças e a Secretária de Saúde Edinéa Avila, se sensibilizaram com os dados apresentados pela administração do Hospital, oportunidade em que se comprometeram a apoiar financeiramente o Hospital de Barroso, nesta concorrência com os serviços que se iniciaram em São João del-Rei.
Creio ser muito claro que o Hospital de Barroso é um bem da comunidade barrosense, com os seus 51 anos de serviços prestados à comunidade local e regional e que não se pode pensar em retrocesso mais em avanços, sobretudo em função da possibilidade de ampliação da Holcim em Barroso, o que exigirá um Hospital preparado para o acolhimento de um grande contingente de pessoas que ficará trabalhando em Barroso ao longo dos próximos três ou quatro anos.
Projetos já estão sendo desenvolvidos e esperamos dentro de pouco tempo informar à comunidade o resultado destas ações, que por certo não farão do Hospital de Barroso o maior, mais isto sim, um dos melhores da região, sobretudo no acolhimento humano e de qualidade de seus usuários.

terça-feira, 5 de julho de 2011

ITAMAR FRANCO! UM EXEMPLO

Funeral de Itamar Franco - Palácio da Liberdade 4/7/2011


Aos oitenta e um anos morre ITAMAR FRANCO.
"O homem é eterno quando o seu trabalho permanece".
Itamar Franco não será talvez eternizado por grandes obras físicas, mas será sempre lembrado como um político honesto, honrado e compromissado com os ideais de liberdade dos mineiros e com o patriotismo dos brasileiros.
Uma longa vida dedicada à política a partir de Juiz de Fora, passando pelo Senado, Vice-Presidente e Presidente da República, Governador de Minas Gerais e novamente Senador da República, realmente ITAMAR FRANCO deixa um exemplo de ilibada conduta, que deve servir de modelo e exemplo para quem está e para quem deseja entrar para a vida política.
Que as suas cinzas fertilize a mente dos políticos e dos homens públicos brasileiros para que possam cumprir com dignidade as responsabilidades que os cidadãos outorgam a êles e nos outorgam como homens públicos, na condução dos destinos da República, do Estado, do Município, do Senado, da Câmara Federal, das Assembléias e das Câmara Municipais deste Brasil.
ITAMAR FRANCO! Vá com Deus e que os Anjos o acolham no Paraíso.

domingo, 3 de julho de 2011

CÂMARA ITINERANTE, UMA INCÓGNITA?



Com o objetivo de estreitar as relações dos Vereadores com a comunidade barrosense, por iniciativa do então Presidente da Câmara Reinaldo Aparecida Fonseca, foi criada a Câmara Itinerante, com o objetivo de aproximar a Câmara dos cidadãos, tendo em vista que os barrosenses não têm o hábito de frequentar as reuniões da Câmara às segundas e quintas feiras, além das limitações regimentais para a participação do cidadão.
A coluna João Interrogação do Jornal Barroso em Dia faz menção à carta de protesto enviada à Câmara pela Associação Comunitária do Povoado do Caeté, pelo não atendimento da reinvidicação da Diretoria da Associação do envio pela Prefeitura de um caminhão pipa para molhar a estrada até o Parque de Exposição, visando o evento que ocorreria no fim da semana após a reunião da Câmara de Vereadores, cuja manifestação empoeirou o nome de todos os Vereadores.
Na Reunião Itinerante no Caetés, como seria natural, os Vereadores Hélio e Alexandre, com estreita ligação com o Executivo Municipal, se encarregaram de conseguir o caminhão pipa para molhar a estrada, o que infelizmente não aconteceu.
Tenho pensado sériamente sobre o formato da Câmara Itinerante, pois a aplicação dos recursos públicos é de responsabilidade do Executivo Municipal e o que o Vereador pode fazer é enviar indicações ao Executivo para a solução de problemas da comunidade, o que não é comum o atendimento, o que as vezes estremece as relações dos Vereadores com alguma comunidade, como no caso do Caetés.
Torna-se necessário uma pesquisa junto à comunidade barrosense, visando a reformulação do formato da Câmara Itinerante, para que ela possa atender as finalidades para as quais foi criada, ou mesmo, para se ter uma avaliação da comunidade sobre esta ação da Câmara para se aproximar da comunidade barrosense.