terça-feira, 11 de setembro de 2012

CARGA TRIBUTÁRIA, O GARGALO DO BRASIL?

 
Reportagem do Estado de Minas chama a atenção para a elevada carga tributária do Brasil, que o coloca em desvantagem no mercado mundial, juntamente com os problemas de logística em portos, aeroportos e transportes ferroviários.
Neste ano é possível que o Brasil ande para trás em relação ao seu PIB. A sua posição de oitava economia mundial poderá ser ameaçada pelo México.

Qual a razão do crescimento do México que convive com sérios problemas como o tráfico de drogas?

Um ponto importante a taxa de investimento do México situa-se em 22% de seu PIB enquanto no Brasil nos últimos anos tem sido de 17,5%.

Por outro lado, a carga tributária no Brasil, uma das maiores do mundo, atinge 34% do PIB enquanto no México é de 10% de seu PIB, sem se falar na guerra fiscal, na previdência social e nos elevados custos trabalhistas, observados no Brasil.

É interessante observar que o município é uma célula viva no contexto da nação, ou seja, cada um deles tem que dar a sua contribuição. Assim quando se fala que foi um erro reduzir de 4% para 2% o Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), a crítica vai contra à modernidade e à capacidade de competir do município na atividade econômica.

A redução de impostos alavanca a economia, é como se os poderes públicos deixassem de ganhar na margem para ganhar no volume. Um exemplo tivemos agora mesmo foi a redução do IPI. O governo reduziu o imposto para estimular a venda de automóveis e o volume de vendas foi surpreendente, inclusive batendo recordes em agosto.

Outro dado importante. O Governo Federal reduziu as tarifas de energia elétrica, uma exigência da Justiça, e o benefício de tal ação poderá ser observado proximamente, para melhorar a competição do produto brasileiro e amenizar os gastos da família brasileira.

Estamos chegando próximo das eleições e em Barroso, célula viva da nação, motor do desenvolvimento da região pela expansão da Holcim. É necessário elevar o nível dos debates, pegando carona nesta locomotiva do desenvolvimento e do progresso econômico e social.

A Câmara Municipal, por seus vereadores, mesmo em regimes de exceção, como no Império ou na ditadura, foi a salvaguarda dos interesses do cidadão em suas comunidades e por isto mesmo tem que ser respeitada, tornando-se indigna de assumir um governo, a pessoa que só busca criticar a postura de uma ação democrática e constitucional de Vereadores que dignificam o cargo que ocupam.

A redução da carga tributária, a melhoria da infra-estruturar e o respeito aos poderes constituídos no município, no estado e no país, são o tripé do desenvolvimento sustentável de uma Nação que não deseja perder para o México a sua condição de oitava economia do mundo.

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