terça-feira, 1 de janeiro de 2013

DISCURSO DE POSSE



Prezada Presidente, Senhores Vereadores, Autoridades presentes, Senhoras e Senhores

Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos.

Temos como objetivo permanente, como participantes do Estado Democrático de Direito, respeitar, valorizar e zelar pelos seus fundamentos básicos:

I – a soberania;
II – a cidadania;
III – a dignidade da pessoa humana;
IV – o valor do trabalho e da livre iniciativa, e;
V – o pluralismo político.

Na redação do art. 5º da Lei Orgânica Municipal, estão enfatizados os direitos sociais que devem ser assegurados pelo Município: a educação; o trabalho; a cultura; a moradia; o lazer; a saúde; a segurança; o meio ambiente; bem como a assistência e a proteção à maternidade; à gestante; à infância; ao idoso; ao deficiente e aos desamparados.

Por toda minha vida pública nunca poupei esforços para ver garantidos aos cidadãos barrosenses todos os direitos preconizados pela nossa Lei Orgânica. Em especial, pela minha trajetória, fiz da saúde minha grande bandeira, empunhando-a sempre e incansavelmente, tanto nos dias mais bonitos de sol, como nos dias mais sombrios de chuva.

Neste esforço, fiz dessa Casa Legislativa uma trincheira. Nos últimos 8 anos, nunca faltou a solidariedade de todos que por aqui passaram para marcharmos juntos, ombro a ombro, por tão nobre causa. Para os próximos quatro anos sei que esta Casa também não fugirá a luta. É este o compromisso de nossa bancada e tenho certeza que é também o compromisso de vossa bancada, em especial daqueles novos Vereadores que possuem uma relação tão estreita, sentimental e profunda com as Instituições Sociais, refiro-me ao Vereador Fernando Terra e ao Vereador Eduardo Pinto.

Creio ser uma questão pacificada: O Instituto Nossa Senhora do Carmo – o Hospital e o Asilo – bem como a APAE são grandes patrimônios da sociedade barrosense e contribuir para sua manutenção deve ser um compromisso de todas as autoridades públicas.

Meus caros, se administrar significa elencar prioridades. Se elencar prioridades em uma democracia significa dar ouvidos à população, é justamente a Câmara o lócus onde as decisões do Executivo devem ser analisadas, legitimadas e, se necessário for, corrigidas para que a justiça e a vontade geral prevaleçam. Tal como uma caixa de ressonância dos anseios do povo de Barroso, a Câmara sempre atendeu ao chamado, garantindo e, por vezes até financiando, as entidades filantrópicas.  
  
Em paralelo a essa luta, nunca me faltou fôlego para empreender outras iniciativas. Tenho orgulho de ter sido o Vereador que mais Projetos de Lei apresentou a essa Casa na última década. Projetos importantes e em temáticas tão diversas quanto fundamentais, desde a educação até o meio ambiente.

No dia de hoje gostaria de renovar o meu compromisso com o povo de Barroso. Renovar o pacto por mais ética e eficiência na política, por mais democracia e transparência, por mais inovação e renovação. Sinto hoje a mesma motivação que senti naquele janeiro de 1971, quando, aos 23 anos, pela primeira vez tomava posse de um cargo público.

Quero continuar dialogando com a sociedade e fazendo um mandato cada vez mais transparente e participativo, sempre com um pé na tradição e o outro na modernidade. Vamos continuar utilizando todo o arsenal de novas mídias para falar mais, ouvir mais e, sobretudo, exaltar valores tão fundamentais e atemporais, como a liberdade, a igualdade e a fraternidade. Valores que nos foram repassados pelos nossos emancipadores e que estão na gênesis de nossa comunidade.

Nobres Edis, é condição necessária para a prevalência de nossos valores e de nossos ideais a existência de instituições livres e independentes. A democracia, na concepção de Montesquieu, está fundamentada na divisão e completa independência dos poderes: Legislativo; Executivo e Judiciário. Aos debutantes do dia de hoje, eu, como mais experiente nesta casa, posso afirmar: A Câmara de Barroso nunca sucumbiu ao interesse de ninguém, nenhum partido, nenhum poder. Esta Casa sempre exerceu seu papel com distinção e autonomia.

Neste espaço posso dizer que já fui situação, oposição, maioria e minoria. Já fui Vereador mais votado, Presidente, líder do Governo, já ocupei quase todas as posições na Mesa Diretora. Nesses 20 anos de legislativo já vi discussões acaloradas, consensos e dissensos, pude presenciar a volatilidade e a efemeridade do poder. Nunca vi, porém, esta Câmara se alinhar de automático a nenhum outro poder, nunca vi esta Casa se esquivar de suas responsabilidades, se furtando ao debate e virando as costas ao povo de Barroso.

Para os próximos quatro anos, tenho certeza que atuaremos juntos para assegurar nossa independência e sermos merecedores do respeito e do orgulho de nossos conterrâneos. Para isso é preciso ter força, é preciso ter raça, é preciso ter gana. É preciso ter sonho e, acima de tudo, paixão. Paixão por Barroso!

Muito obrigado!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

PRAÇA GUSTAVO MEIRELES


A Praça Gustavo Meireles é uma das praças mais importantes de Barroso, pois em seu centro foi erguido um obelisco onde se encontra fixada a placa de bronze que registra o importante nascimento do Município de Barroso em 12 de dezembro de 1953.

Na última reforma por que passou, foi inserido um monumento em homenagem ao Cônego Luiz Giarola Carlos, o qual passou a dividir a atenção com o marco da emancipação político-administrativa de Barroso.

Observando isto, o Conselho Municipal do Patrimônio Histórico cogitou transferir a estátua do pároco para um monumento a ser construído no jardim da Praça Sant'Ana, em frente a Matriz, para facilitar o acesso das pessoas e dos fiéis a esta importante figura da história de Barroso.

Após vários anos deixada ao relento, sem cuidados com os seus jardins, com todos os globos quebrados pelos vândalos, o atual governo resolver colocar os lampiões que trouxeram luzes para a Praça Gustavo Meireles, merecendo com isto este registro por esta preliminar e boa ação. Todavia, já se percebe que quatro dos lampiões estão com suas lâmpadas queimadas, após apenas um mês de suas colocações.

Para o bem de nossa história, dois processos são fundamentais. Primeiro, o deslocamento da estátua do Cônego Luiz Giarola Carlos para a frente da Matriz de Sant'Ana, onde poderá contemplar o belo templo neo-gótico que ele mesmo construiu. Segundo, a revitalização da Praça, com uma ideia urbanística que encante os olhos e desperte a atenção dos que passam ao seu largo. Afinal, pela sua importância, a Praça Gustavo Meireles merece tal atenção.

domingo, 9 de dezembro de 2012

1962 - 2012 JUBILEU DE OURO

No dia 8 de dezembro de 2012, a primeira turma de formandos do Ginásio São José comemorou festivamente os cinquenta anos daquele histórico acontecimento. Foi celebrada uma missa pelo Padre Fábio José Damasceno e o Monsenhor Pedro Terra na Matriz de Sant'Ana, com a presença dos ex-alunos: Ana Lúcia de Souza, Bernadete de Souza Meireles, Eli Reis, Fernando da Silveira Goulart, Ilka de Souza, José Bernardo Meneghin, José Ribeiro de Moura, José Orlando de Melo, Mauri do Carmo Ceolin, Maria Paula Moreira, Marly do Carmo Ceolin, Nadir de Araújo Melo e Wanderley Expedito de Souza. Por motivo de doença, não compareceram José Geraldo de Souza, Gilberto Stéllio de Souza e Vilma Maris Barros, além dos alunos que faleceram, Maria Imaculada Lopes, Naly Altaneide Goulart, Paulo César Possa e Trindade Helenice de Souza. Prestigiaram o evento os ex-diretores Paulo Terra e Mauro Gomes Ferreira, o Presidente da Câmara Municipal Vanilton Antônio de Barros e os Vereadores Alexandre, Tonho e Hélio.

O ex-diretor Paulo Terra, com muita emoção, usou a palavra para enaltecer aquele histórico momento. Pelos formandos falou José Bernardo Meneghin, que discorreu sobre a história do Ginásio São José, com os registros sobre a criação do Ginásio. Citou o importante trabalho de Geraldo Napoleão de Souza como primeiro prefeito de Barroso (1955 a 1958), quando, em uma de suas visitas ao Palácio da Liberdade, então Sede do Governo de Minas Gerais, inteirou-se sobre a possibilidade de fundar um Ginásio em Barroso, a partir da filiação à Campanha Nacional de Educandários Gratuitos - CNEG.

Entrando em contato imediatamente com o Dr. Eduardo Rios Neto, administrador da CNEG em Minas Gerais, ficou acertada a sua visita a Barroso. No cinema local, Dr. Eduardo explicou o que era a CNEG e sobre as medidas que teriam que ser tomadas para se conseguir a instalação do ginásio em Barroso.

O Padre Bartolomeu Poli foi escolhido como Diretor, pela sua experiência em Barbacena, quando foi montado o processo e encaminhado à Secretaria da CNEG em Belo Horizonte. Enquanto se esperava a notícia do processo, o Padre Bartolomeu foi transferido para Ponte Nova e assumiu o seu lugar, interinamente, o Padre Luiz Giarola Carlos.

Dirigindo-se a Juiz de Fora, o Prefeito Geraldo Napoleão e o Padre Luiz, perceberam que a CNEG em Belo Horizonte ainda não havia encaminhado o processo à Seccional de Ensino de Juiz de Fora a que Barroso estava subordinado. Geraldo Napoleão foi pessoalmente a Belo Horizonte, pegou o processo e o apresentou em Juiz de Fora.

Em 1957, o Diário Oficial de Minas Gerais publicava a portaria do MEC autorizando o funcionamento do ginásio em Barroso. No dia 17 de agosto do mesmo ano, foi sancionada a Lei nº 85, criando a "taxa pró-ginásio", para vigorar a partir de janeiro de 1958, que garantiria 5% da arrecadação da Prefeitura para a manutenção do Ginásio.

O funcionamento teve início em 1959, com oitenta alunos. Com o passar do tempo, ao longo dos quatro anos seguintes, muitos desses alunos foram desistindo, seja por não terem passado de ano ou pelas difíceis condições da época.

Ao final, apenas 16 alunos, acrescido de mais 4 alunos de Barroso que vieram transferidos de escolas da região, formaram a primeira turma de formandos do glorioso Ginásio São José.

Hoje, observando os nomes dos formandos, é possível refletir sobre a importância do educandário para o que viria a ser os 50 anos seguintes de Barroso.

Os esforços de Geraldo Napoleão de Souza, a partir de uma visão de futuro que compreendia a educação como o grande investimento para o desenvolvimento de uma comunidade e de uma nação surtiu efeitos muito positivos e inequívocos para o presente e futuro de Barroso.

Ao final da cerimônia, foram realizadas justas homenagens com a entrega de placas de reconhecimento ao Poeta Paulo Terra e, em memória, aos familiares do Prefeito Geraldo Napoleão de Souza e Cônego Luiz Giarola Carlos.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

CÂMARA DERRUBA VETOS DO EXECUTIVO


Na reunião da Câmara Municipal de Barroso, realizada ontem, dia 6 de dezembro de 2012, foi apreciado o veto do Executivo Municipal às proposições:
 

i)                    Proposição de Lei nº 1062/12, que "Dispõe Sobre a Concessão de Subvenções e/ou Auxílios a Associações Comunitárias para o Exercício de 2013 e dá outras providências",

ii)                  Proposição de Lei nº 1063/12, que "Dispõe Sobre a Concessão de Subvenções e/ou Auxílios a Entidades Culturais para o Exercício de 2013 e dá outras providências", que destina recursos para as três escolas de samba que encantam o carnaval de Barroso

iii)                 Proposição de Lei nº 1064/12 que "Dispõe Sobre a Concessão de Subvenções e/ou Auxílio Financeiro para o Exercício de 2012", que destina recursos para o apoio ao funcionamento do Hospital, do Asilo e da APAE em Barroso, entidades que são grandes parceiras da Prefeitura Municipal, na assistência médico-hospitalar dos barrosenses, no acolhimento dos idosos e na atenção aos excepcionais.

Compreendendo a importância das Associações de Bairros, das Escolas de Samba, fundamentais para o brilho do carnaval em Barroso, e, sobretudo, a importância do Hospital, do Asilo e da APAE, a Câmara Municipal de Barroso derrubou o veto do Executivo para garantir o indispensável apoio a essas entidades para 2013. Votaram contra o veto os Vereadores: Alexandre, Tonho, Edson, Francisco, José Meneghin, Reinaldo, Vanilton e Vera, com uma abstenção do Vereador Hélio. Como o orçamento para 2013 voltou à Prefeitura para alguns ajustes, espera-se que a Secretaria da Fazenda já coloque as dotações para as organizações sociais, amparada nas leis aprovadas pela Câmara, para que a Câmara não seja obrigada a fazer as emendas ao orçamento municipal para 2013, para cumprir as Leis aprovadas.

sábado, 1 de dezembro de 2012

MINAS PERDE 607 Milhões

Apesar de ser mineira, a Presidente Dilma veta a iniciativa do Congresso Nacional sobre a distribuição dos recursos do Petróleo, beneficiando o Rio de Janeiro e o Espírito Santo e prejudicando os demais 25 estados brasileiros, incluindo Minas Gerais, que deixará de receber R$607 milhões de reais em 2013. É lamentável, mas resta a esperança de que o Congresso Nacional derrube o veto da Presidente, o que não será fácil, pois existem vetos no Congresso que há mais de um ano não foram apreciados.
 
Outra aberração, será aplicar todo o recurso na educação, não se lembrando que a saúde no Brasil está um caos. Além desse equívoco, é sempre importante lembrar que a Presidente também vetou a participação de 10% do orçamento do Governo Federal para a saúde.
 
O Brasil é republicano e federativo só no nome, pois na prática, há uma centralização do poder em Brasília, em prejuizo dos estados e municípios. Com este quadro, a esperança será que em 2014 possamos eleger um outro Presidente com este compromisso de melhor distribuir a riqueza deste país e o nome mais indicado nesse sentido, sem dúvida, é o de Aécio Neves.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

CÂMARA HOMENAGEIA OS EXPEDICIONÁRIOS

A Câmara Municipal de Barroso, sob a liderança do Presidente, Vanilton Antônio de Barros, realizou no dia 22 uma belíssima reunião solene em homenagem aos expedicionários que lutaram na II Guerra Mundial. O 11º Batalhão de Infantaria e Montanha de São João del-Rei, prestigiou o evento com a presença de seu Comandante, de sua Banda de Música e de um corpo de militares. Por terem vivido e convivido em Barroso, conforme minuciosa pesquisa realizada pelo Tibério, a Câmara Municipal concedeu o Título de Cidadão Honorário - "pos-mortem" aos expedicionários Alcides Maia, Otávio Carlos da Silva, João Batista da Silva, José Domingos de Assis, Cabo Joaquim Valério, Soldados Arcendino Silva e José Marcelino do Nascimento, além da distribuição das placas para o Coronel Comandante do 11ª Batalhão de Infantaria e Montanha de São João del-Rei, além dos expedicionários Major Ivan e Capitão Ari que estiveram na II Guerra Mundial e que demonstrando grande lucidez, relataram algum momento em que participq4qm do Teatro de Operações na Itália. Indicado pelo Presidente para falar pela Câmara Municipal, busquei mostrar aos presentes as razões políticas que levaram o Brasil a participar da II Guerra Mundial, no Governo de Getúlio Vargas, envolvendo os Estados Unidos que garantiram os recursos para a construção da Companhia Siderúrgica Nacional em Volta Redonda, como iniciativa para alavancar o desenvolvimento industrial do Brasil, que desde a República Velha, tinha apenas a agricultura como atividade econômica de destaque. Nos dias 15 e 17 de agosto de 1942 foram torpedeados na costa brasileira os navios mercantes Baependi, Itajiba, Araraquara, Aníbal Benévolo e Araras Em 28 de janeiro de 1942, durante a Terceira Conferência dos Chaceleres Americanos no Rio de Janeiro, o Governo Vargas anunciava o rompimento das relações com a Alemanha,Itália e Japão, como consequência de seus compromissos internacionais e face à agressão a Pearl Harbor em 1941. Após várias ações de planejamento sigilosas, no dia 23 de novembro de 1943 é finalmente criada a Força Expedicionária Brasileira - FEB. Realizado todo o plenejamento e treinamento,em meados de 1944, sob o comando do General Mascarenhas de Morais, partiu para a Itália a Força Expedicionária Brasileira,com um total de 25.334 componentes. O primeiro escalão da FEB, sob o comando do General Zenóbio da Costa desembarcou em Nápoles, em 16 de julho de 1944, onde foi incorporado ao 5º Exército Americano que se dirigia para o norte, onde desenvolveria a ofensiva aliada entre os Rios Arno e Pó. Os expedicionários brasileiros lutaram ao lado das forças aliadas nas batalhas de Camaiore, Monte Castelo, Castelnuovo, Montese e Fornouvo, com grande sucesso. A campanha vitoriosa da Força Expedicionária Brasileira custou a vida de 451 oficiais e praças mortos no conflito, entre eles, oito pilotos da Força Aérea Brasileira, cujas cinzas foram transladas do Cemitério de \pistóia na Itália para o Brasil, em 5 de outubro de 1960 e hoje repousam no monumento aos mortos da II Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. Encerrando o meu discurso além de saudar os heróis da II Guerra Mundial, saudei o II Batalhão de Infantaria e Montanha de São João del-Rei, o Exército Brasileiro, defensor de nosso território,mensageiro da paz aqui e em outros países, mas que não foge à guerra quando os interesses do Brasil são ameaçados.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

DIA DA BANDEIRA

Salve o símbolo augusto da Pátria. Hoje é o Dia da Bandeira, data em que devemos, todos nós brasileiros, referenciarmo-nos a este grande símbolo para revigorarmos o nosso amor à Pátria Brasil. Não só a Bandeira do Brasil, mas também a Bandeira de Minas Gerais, a Bandeira de Barroso, a Bandeira de nosso time de futebol e porque não a Bandeira de Nosso Partido, a BANDEIRA têm algo de muito especial, abstrato e ao mesmo concreto, que toca profundo a nossa alma, nos enche de energia e nos encoraja a lutar pelos valores que ela representa. Foi pensando nisto e observando o comportamento dos países europeus, onde em cada prédio público, durante as 24 horas do dia, permanecem altaneiras as Bandeiras da Comunidade Européia, do País e da cidade, que criei a Lei das Bandeiras em Barroso, que obriga a que as Bandeiras do Brasil, de Minas Gerais e de Barroso permaneçam também hastiadas durante as 24 horas do dia, à noite iluminadas, para chamar a atenção permanente dos barrosenses sobre a importânica desses símbolos, que devam ser cultuados por todos os barrosenses.